quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

5 Yin

A heroína da história não era bem assim o que a gente poderia chamar de heroína... Não matava dragões, não lutava contra gigantes e não enfrentava exércitos armados. Mas tinha lá sua coragem.
Contava com a ajuda de três fortes mulheres que completavam o quadrilátero de feminilidade e força. Cada uma ao seu jeito, a sua maneira.
Um quinto elemento começava a despontar também, e vinha como reforço à equipe.
Encontravam-se em seus postos de guerra, cada uma com suas diferentes armas, formando um grupo único. Cinco mulheres com força e feminilidade e que juntas eram imbatíveis.

Lexsy era a mais sábia. Tinha olhos de águia e sensibilidade. Via o que ninguém mais enxergava, e usava armas nos olhos dos amigos e dos inimigos também: abria-os.

Partoia era a mais delicada. Sua força maior era a fé no amor. Admira a coragem que enxerga nos outros sem mesmo perceber o quanto é invejada a sua capacidade de sonhar e amar.

Se Lexsy tinha olhos de águia, Matina tinha ouvidos de morcego, apuradíssimos. Sempre escondia suas armas em buques de flores e, ao menor movimento do inimigo, sacava-lhe e partia para o ataque. Assim, sem mais nem menos. De maneira leve e despretensiosa, levava a batalha e a guerra sem nem mesmo estragar suas unhas.

Gaast, a mais experiente e decidida, botava na mesa todas as informações e montava estratégias a partir delas. Estratégias simples ou complexas. Era a mais radical, mas não perdia a razão um minuto sequer. Munida de grande conhecimento, suas decisões eram inquestionáveis.

Tabrice, o quinto elemento, possuía um bem que nenhuma das demais do grupo tinham, por isso sua presença se tornava cada vez mais importante: a suavidade. Leveza e liberdade que equilibrava as teimosias e julgamentos que ainda ocorriam no grupo.

Não eram inseparáveis, mas indispensáveis.

Um comentário: